sexta-feira, 14 de julho de 2017

Lista de tarefas para o fim de semana!

Não podemos andar sempre no passeio.

Passear é bom mas há trabalho que não se faz sozinho e, cá em casa, não há empregada.

Portanto, os planos para os próximos dois dias são mesmo não sair de casa. E mãos à obra!

Eis algumas das tarefas:

  1. Lavar a roupa e passar a ferro; 
  2. Separar alguma roupa para dar;
  3. Fazer a limpeza da casa;
  4. Cozinhar;
  5. Programar as refeições de acordo com os ingredientes que tenho em casa (não pretendo fazer grandes compras antes das férias);
  6. Relaxar, pelo menos, uma hora por dia;
  7. Ler (aproveitar a hora de mais calor);
  8. Namorar (o melhor que há para a saúde e para a alma);
  9. Estar com os meus pais um bocadinho por dia (com a idade estão cada vez mais mimados). Não custa nada e a eles faz-lhes muito bem (e a mim também!)
  10. Como tenho atualmente as minhas filhas, neta e genro no estrangeiro, não posso passar sem falar com eles através do Skype (rotina diária imprescindível);
  11. Ouvir música! (sempre, em todas as ocasiões).

Bom fim de semana!!!

Estou de volta...

Tenho estado um pouco ausente (há um mês que não escrevo!!), mas nem por isso me esqueci de vós. 
A verdade é que ultimamente o ritmo da minha vida acelerou um pouco mais e o tempo fugiu.
Pinhão, Terra de encantar
É todos os anos a mesma coisa. 
No último mês antes das férias aumenta sempre o número de coisas que temos/queremos fazer. Eu falo por mim. Parece que quero sempre encerrar um ciclo para começar outro do zero. Há sempre o ANTES e o DEPOIS das férias. Eu sou assim! 
Por essa razão, este cantinho passou para segundo plano, mas não esquecido. E por isso estou de volta.
No fim de semana passado, andei a passear. Por uma boa razão, diga-se de passagem. Não é para todos celebrar 29 anos de casamento! Foi um fim de semana excelente, a dois, num ambiente super calmo e muito lindo.
Peso da Régua, Pinhão, Armamar, e muito muito mais...





segunda-feira, 12 de junho de 2017

Viver o presente é o mais importante!

Sim, viver o presente é a coisa mais importante para simplificarmos a nossa vida. 
Para quê complicar, para quê pensar no passado? O passado já passou! E para quê pensar no tempo que ainda não chegou? Não digo que não se deva pensar no futuro, no amanhã, mas não devemos fazer disso prioridade.
O mais importante é o hoje, o aqui e agora, é viver o momento presente, consciente da vida e do que está à nossa volta. É apreciar a natureza, o convívio com a família e com os amigos. O mais importante é sentir o tempo presente, com mais ou menos intensidade, mas usufruir dos mais belos momentos.  
Isso faz maravilhas à nossa sanidade.


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Para além das palavras...

Não é preciso falar.
Há gestos que dizem tudo.
Há gestos que têm o poder de alterar muita coisa, que têm a magia da transformação.
O gesto mais importante na relação entre as pessoas é, na minha opinião, a partilha.
Partilha de tarefas.
Partilha de ideias.
Partilha de responsabilidades.
Partilha de prazer.
Partilhar é tudo e pode tudo com a maior das simplicidades.
Quem nunca se sentiu melhor depois de alguém partilhar consigo uma responsabilidade que, até aí, era só sua?
Quem nunca se sentiu melhor depois de ver partilhadas as tarefas da sua casa?
Partilhar os prazeres da vida, seja um  simples almoço em família,  seja uma caminhada matinal.
Partilhar faz bem a todos e tem o poder de dar prazer, seja de que natureza for.
Na intimidade, a partilha de afetos nem sempre passa pelas palavras. Por que não aplicar essa regra no dia a dia?
Gesto atrai gesto e, portanto, se o gesto for bom, a resposta é boa, se for mau...
Ainda há dúvidas?

Trouxe flores para o jantar!

O marido esteve fora toda a tarde, por motivos de trabalho, e como forma de compensar a mulher passou rapidamente numa florista e comprou um lindo ramo de flores.
A reação da mulher a este gesto pode ser muito diferente e pode trazer consequências também elas muito diferentes.

Resposta 1: Flores? Mas porquê flores? Não são para comer! Se trouxesses o jantar é que era uma grande ideia! Agora flores...

Resposta 2: Que lindas, adoro! Vou buscar uma jarra. Adoro-te. És sempre tão querido... Vai pondo a mesa. O jantar está quase pronto. Amo-te.Consegues sempre surpreender-me!

Perante as duas respostas possíveis, podemos adivinhar o ambiente durante e após o jantar, em cada uma das situações.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Cultivar o desapego faz bem!

Se sente que há demasiadas amarras ao passado, e que esse passado está apenas a ocupar espaço no presente, então está na hora de se desapegar dessas coisas, quer sejam bens materiais ou não.
Se não usa há mais de seis meses, então não precisa. É melhor dar outro destino a esse objeto, de preferência longe da vista.
Roupa, calçado, acessórios e até loiça, precisa de ser usada, caso contrário não faz sentido manter em casa.
Sabe aquele serviço bonitinho que lhe ofereceram no Natal? Pois... é bem bonito, mas nunca foi usado. E já passou mais de dez anos! 
Por que não foi usado? Não gosta dele? Está a guardá-lo para uma ocasião especial?? Foi oferecido pela sua mãe e então tem pena de o deitar fora? Pode ser tudo isso, mas tem de ser sincera consigo. E, se gosta desse tal serviço, use-o! Caso contrário, não ocupe espaço com ele.
Este caso foi apenas um exemplo, mas como este, existem variadíssimos casos. 
Hoje tomo café em casa em chávenas de porcelana da Vista Alegre, que eu adoro, mas que estiveram guardadas mais de vinte anos! Que tolice a minha! Hoje penso assim mas, durante anos, as guardei e tomei café em chávenas que em nada se assemelham àquelas que eu tanto adoro!... 
Nem sempre pensei dessa forma, e, durante anos, fui guardando, estimando, escondendo, na maior parte das vezes.
Durante anos, guardava religiosamente tudo o que me davam, por "respeito" à pessoa que me oferecia presentes. Hoje penso de outra forma. Não é por não guardar uma prenda que uma amiga me deu que deixo de gostar dela ou lhe estou a faltar ao respeito. Se eu não a vou usar, não vale a pena ficar com ela. Ofereço-a a outra pessoa. Já fiz isso muitas vezes e, acreditem, não fiz ninguém infeliz, pelo contrário! 
A sensação é boa, não tenham dúvida!
Praticar o desapego fez de mim uma pessoa menos consumista, mais organizada e muito mais focada no que me faz bem.



domingo, 14 de maio de 2017

Pensamento do dia

«O que somos é consequência do que pensamos». Buda

Se assim é, está na hora de eliminar todos os pensamentos negativos, nocivos para a nossa saúde.
Se assim é, vamos pensar positivo, vamos pensar com fé e, sobretudo, com motivação.
Para vos ajudar, sugiro a leitura do fantástico livro de Rute Caldeira: «Liberta-te de pensamentos tóxicos»

quarta-feira, 10 de maio de 2017

O amor

O que é o Amor?
Podemos definir o Amor?
Não! De forma nenhuma!
O Amor não se define. O Amor vive-se!
O Amor alimenta-se todos os dias.
Engane-se aquele ou aquela que ainda está à procura de um amor ideal, romântico, daqueles que apenas vemos nos filmes e nas telenovelas. Isso é ficção!
Ainda há essa ilusão e, talvez por isso, muitos pensam ter conhecido a tal pessoa, e, quando confrontados com a realidade, com o quotidiano, percebem que afinal o amor por si só não existe. O que existe é uma atração, muitas vezes física, que, se não tiver a nossa dedicação diária, se esvai em pouco tempo.
O amor real (não o idealizado!) precisa de dedicação, de aprendizagem, de escolhas.
Não há duas pessoas iguais e, como tal, temos de aprender a conhecer melhor o outro e ver o que precisamos de melhorar em nós (não transformar o outro!)
O amor real precisa de comunicação.
Comunicar significa falar mas também saber ouvir. E como é difícil ouvir o outro!Não só é difícil ouvir o outro como admitir quando se está errado.
Por isso é tão difícil definir o Amor.
Conhecer o outro é fundamental para viver esse amor.
Quando conseguimos adivinhar ou perceber as necessidades do outro sem que este nos diga nada, então é porque conhecemos bem essa pessoa. Estamos prontos/as para viver esse amor.
Quanto maior for a dedicação, a atenção e a capacidade para ouvir o outro, mais facilmente se consegue viver esse amor.
Fico triste quando vejo casais separarem-se ao fim de pouco tempo de vida em conjunto. Falhou aqui a dedicação, a aceitação, o saber ouvir. Ficou tanto por descobrir!...
Descobrir e viver o amor é das sensações mais belas da vida.
Este texto de hoje foi escrito com o coração, baseado numa realidade que a maioria dos casais vive ou viveu, e é dedicado a todas as pessoas que pensam que o amor nasce do nada. 
O amor está em nós e deve ser alimentado todos os dias por forma a fazer com que dure para sempre.
Falo também com base na minha experiência, com um casamento de quase trinta anos, com altos e baixos como é natural, mas com uma dedicação mútua diária imensa e imprescindível.